domingo, 16 de fevereiro de 2014

Superando obstáculos!

Quando não estamos num bom momento, muitas coisas que ouvimos parecem simples consolos. Mas isso, por exemplo, não é consolo, é uma verdade incontestável: É na dificuldade que você busca forças dentro de si mesmo que de outra forma não encontraria. É a superação dos obstáculos que fortalece o seu caráter, que faz de você um vencedor. Ou você acha que pra ser um vencedor é preciso ser rico e famoso?

O maior vencedor é o que vence a si mesmo, e isso só é possível a quem conheceu muitas dificuldades, a quem tomou muitos tombos e aprendeu a levantar sempre. Sei que isso não é muito fácil de se colocar em prática. Mas você pode pelo menos reconhecer que as dificuldades são as melhores oportunidades da sua vida. Você cresce e se desenvolve moralmente a partir das dificuldades. Cada uma delas é uma lição que a vida lhe proporciona. A sua parte é aprender. Reclamar não adianta. Reclamar é para os fracos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Avançe sempre!!!

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.
Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.

Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.

Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.

Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Como curar o quebranto?!...mau olhado...

Antigamente havia quem fizesse rezas para combater os males de inveja, do agouro, mau-olhado e quebranto. Além das rezas faziam defumadouros às pessoas e aos animais, e colocavam uma cruz nos seus currais, um corno de carneiro, ou uma ferradura, onde as pessoas o não vissem, mas eles sim.

Estes defumadouros eram feitos com a queima de algumas plantas aromáticas, sempre em número impar, (5 Grãos de Sal, 5 bocadinhos de Alecrim, 5 pingos de azeite em cima das brasas para fazer fumo). Em seguida benziam-se e faziam a reza apropriada:

“Eu te defumo para o mal te tirar e Nossa Senhora fumou o seu amado filho para bem cheirar.

Pai Nosso, Avé Maria.

Para cortar o mal de inveja rezavam:

“O alecrim é bento

O alecrim é santo

Assim como é bento é Santo

Tira as pragas de inveja, agouro e quebranto.

Dois o deram, três o tiraram e são as três pessoas da Santíssima Trindade.

Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo.

Pai nosso ,Avé Maria

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

...Se eu pudesse voltar atrás...

Se eu pudesse voltar atrás...
Não deixaria passar um só instante
sem dizer ás pessoas de quem gosto
que gosto delas...
A uma criança dar-lhe- ia asas
mas teria de aprender a voar sozinha...
...Diria ás pessoas que só têm direito
a olhar outra de cima para baixo
quando vai ajudá-la a levantar-se...
E que a verdadeira felicidade
não está no cimo da montanha
e sim ao subir a encosta...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Olhar para cima...pode tirar-nos o medo!!!...

Certa vez um jovem marinheiro teve que subir ao
Mastro durante uma tempestade.
As ondas levantavam o barco para alturas
Estonteantes e logo em seguida
Jogavam-no para profundezas abismais

O jovem marujo começou a sentir vertigem e
Estava quase caindo o capitão gritou:
"moço, olhe para cima".

De maneira decidida, o marinheiro desviou o olhar
Seu olhar das ondas ameaçadoras
E olhou para cima. Ele conseguiu subir com
Segurança e executar a sua tarefa

Quando os dias de tribulação revolvem a nossa
Vida, quando as tempestades da vida
Nos confundem, perdemos o equilibrio e somos
Ameaçados de despencar.

Entretanto se desviar-mos nosso olhar dos
Perigos e olharmos para o ajudador,
Se buscarmos a face do senhor em oração e
Agarramos a sua poderosa mão, nosso
Coraçâo se aquietará, receberemos força e paz
Para podermos executar as nossas
Tarefas em meio as tempestades e finalmente
Seremos vitoriosos.
 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Eles tambem são vedetas...!!!Feira Internacional do Cavalo na Golegã...

Golegã e as origens da Feira do Cavalo

Caracterizada pela fertilidade de suas terras, pela abundância de pastos e pela beleza de suas paisagens marcadamente rurais, a Golegã mantém a arquitectura tradicional Portuguesa. Segundo vários autores, a Vila da Golegã teve origem no tempo de D. Afonso Henriques ou de D. Sancho I quando uma mulher natural da Galiza e que residia em Santarem veio estabelecer-se com uma estalagem neste local. Que a Golegã já existia no seculo XV, parece não haver dúvidas, bem como depois de se haver estabelecido nela a dita Galega, ter passado a denominar-se Venda da Galega, Póvoa da Galega, Vila da Galega e mais tarde por corrupção de linguagem, "Golegã".
Feira do Cavalo da Golegã
Em 1571, tem início a actual Feira de São Martinho da Golegã, hoje também Feira Nacional do Cavalo e Feira Internacional do Cavalo Lusitano. A partir de 1833, e com o apoio dado pelo Marquez de Pombal a feira começou a tomar um importante cariz competitivo, realizando-se concursos hípicos e diversas competições de raças. Os melhores criadores de cavalos concentravam-se então na Golegã. Em meados do século XVIII, teve o seu começo a Feira da Golegã, chamada até 1972 Feira de São Martinho, data a partir da qual passou a denominar-se Feira Nacional do Cavalo. É a Feira Nacional do Cavalo a mais importante e mais castiça de todas as feiras que no seu género se realizam em Portugal e no mundo. Aqui apresentam-se todos os criadores, com os seus belos exemplares, razão pela qual se transaccionam na Golegã os melhores puro-sangue criados no País, que são vendidos para vários pontos do globo, sendo o mais importante evento nacional Equestre e o maior entreposto comercial do Puro Sangue Lusitano, reconhecido mundialmente.

Golegã, a Capital do Cavalo

A Golegã há muito que passou a ser a Capital do Cavalo. O dia de São Martinhi de Feira, que foi, tradicionalmente, o dia 11 de Novembro, passou ao ser mais belo e único espectáculo equestre público que se realiza a nível gratuito entre nós. O programa de provas é muito extenso e variado: Ralies, Raids, Jogos Equestres, Campeonatos, Maratona de Carruagens, Exibições, são alguns dos mais belos espectáculos que na Golegã se realizam na sua apresentação do cavalo. E para complemento da festa justificando o adágio popular que "Pelo São Martinho prova o vinho", não faltarão a água-pé e as sempre apetecidas castanhas assadas.
Há uma década a Golegã atribuiu um espaço próprio dedicado à égua, que decorre já tradicionalmente durante o mês de Maio. O seu percurso vem sendo demonstrativo da grande deferência dos Criadores de cavalos pela égua. Além da já habitual Romaria a São Martinho, expressão da cultura local, acto de fé traduzido numa peregrinação a cavalo na qual os Romeiros com a sua indumentária, que lhes confere uma identidade própria, partem do Arneiro da Feira, caminhando até um lugar tornado sagrado, na presença da figura de São Martinho.
Um bom número de adeptos, principalmente portugueses e espanhóis, vai cada ano para a feira. Por uma semana, a cidade torna-se o centro universal do cavalo e todas as pessoas em fiéis devotas deste belo animal. A feira atrai também pessoas de toda a Europa ansiosas para se divertir e aprender mais sobre o Cavalo Lusitano.

Feira do Cavalo da Golegã
A Golegã e a Coudelaria Veiga alimentam-se mutuamente, a mais importante coudelaria de Portugal e a cidade portuguesa dos cavalos. Coudelaria com sede na Quinta da Broa, Azinhaga do Ribatejo, fundada há 180 anos por Rafael José da Cunha, o denominado Príncipe dos Lavradores Portugueses. Por herança familiar, a coudelaria veio a ser herdada por Manuel Tavares Veiga, sobrinho bisneto de Rafael José da Cunha.
O trabalho que desenvolveu na coudelaria foi notável, podendo ser justamente considerado o iniciador do novo ciclo do ginete lusitano em Portugal Foi seleccionado animais cujas características morfológicas e anímicas entendeu melhor corresponderem à funcionalidade guerreira exigida aos cavalos de toureio. Depois da morte do Eng. Manuel Tavares Veiga, os seus netos Manuel e Carlos Tavares Veiga e o seu bisneto Manuel de Castro Tavares Veiga souberam manter a coudelaria com a qualidade inicial.
De então para cá, vem levando a cabo um trabalho de selecção das éguas com base no modelo, na genealodia, na qualidade dos produtos fornecidos e na análise das suas características funcionais.
Texto extraido de Wikipedia
Foto e video da autoria de Joana mendes
com direitos reservados

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Quero proteger meu Lar...

*Esta oração mágica tem o poder de atrair os espíritos guardiães do nosso lar. Pronuncie-a sempre que se sentir desprotegido:
  
 
 "Pequeninos guardiães
 Seres da luz infinita
  De dia me tragam a paz 
De noite os dons da Magia
 Invisíveis guardiães 
 Protejam os quatro cantos da minha alma
 Os quatro cantos da minha casa
 Os quatro cantos do meu coração!"
  
Para recordar uma linda canção
numa voz inesquecivel:
  
 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O ódio:um sentimento a mudar...

"O ódio nunca desaparece enquanto pensamentos de mágoa forem alimentados na mente. Ele desaparecerá tão logo esses pensamentos de mágoa forem esquecidos.
Se o telhado for mal construído ou estiver em mau estado, a chuva entrará na casa; assim, a cobiça facilmente entra na mente, se ela é mal treinada ou está
fora de controle.
Um fabricante de flechas tenta fazê-las retas; assim, um sábio tenta manter correta a sua mente.
Uma mente perturbada está sempre ativa, saltitando daqui para lá, sendo de difícil controle; mas a mente disciplinada é tranqüila; portanto é bom ter sempre a mente sob controle.
Aquele que protege sua mente da cobiça, ira e da estultícia desfruta da verdadeira e duradoura paz.
Proferir palavras agradáveis, sem a prática das boas ações, é como uma linda flor sem a fragrância.
A fragrância de uma flor não flutua contra o vento; mas a honra de um homem transparece mesmo nas adversidades do mundo.
Numa viagem, um homem deve andar com um companheiro que tenha a mente igualou superior à sua; é melhor viajar sozinho do que em companhia de um tolo.
Um amigo insincero e mau é mais temível que um animal selvagem; a fera pode ferir-lhe o corpo mas o mau amigo lhe ferirá a mente.
Ser tolo e reconhecer que o é vale mais que ser tolo e imaginar que é um sábio.
O leite fresco demora em coalhar; assim, os maus atos nem sempre trazem resultados imediatos. Estes atos são como brasas ocultas nas cinzas e que, latentes, continuam a arder até causar grandes labaredas."
 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Chapeus ha muitos...eu já escolhi os meus e você?

A historia do chapeu!
A palavra CHAPÉU provém do latim antigo "cappa", "capucho" que significa peça usada para cobrir a cabeça.
As primeiras modalidades de proteção para cabeça surgiram por volta do ano 4.000 a.C. no antigo Egito, na Babilônia e na Grécia quando o uso de faixas na cabeça tinha a finalidade de prender e proteger o cabelo. A faixa estreita colocada em torno da copa dos chapéus da atualidade (a fita ou bandana) é um remanescente desse primeiro tipo de proteção para a cabeça.
Mais tarde originaram-se os turbantes, as tiaras e as coroas, usadas por nobres, sacerdotes e guerreiros como símbolo de status social. Como sinal de distinção social ou profissional permanecem até hoje os chapéus específicos destinados a pessoas que ocupam determinadas atividades (soldados, marinheiros, eclesiásticos, etc.).
O primeiro chapéu efetivamente usado foi o "PÉTASO" por volta do ano 2.000 a.C.. Tratava-se de um chapéu dotado de copa baixa e abas largas que os gregos faziam uso em suas viagens como uma forma de proteção. Era um tipo prático, ajustável, podendo ser retirado com facilidade, tendo perdurado na Europa por toda a Idade Média (de 476 a 1453).
Na Antiga Roma (por volta do ano 1.000 a.C.), os escravos eram proibidos de usar chapéus. Quando eram libertados passavam a adotar uma espécie de chapéu semelhante ao barrete (boné em forma de cone, com a ponta caída para um lado), em sinal de liberdade. Este tipo foi revivido durante a Revolução Francesa (final do século XVIII), chamado de "bonnet rouge" e se tornou um símbolo do partido republicano durante a República. Outro tipo bastante parecido com o barrete foi o capuz, unido ou não a um manto, amplamente usado na Idade Média.

Aqui estão alguns chapeus extravagantes:




E os homens sempre tão certinhos
e tradicionais 
no seu look:
 E os meus preferidos são:






terça-feira, 23 de outubro de 2012

Estou de volta!!!...que saudades!!!...

Estou de volta!Tive muitas saudades de vocês!!!
Como é bom voltar a casa!
Partilhar o que se gosta
com pessoas que se gosta
e nos fazem bem:
VOCÊS!!!
meus amigos queridos!
Trouxe coisas que gosto para
quem eu gosto: 
















  

 
  

  

  
Espero que tenham gostado!
Feito com muito carinho para vocês!!!
♥♥♥
Todas as imagens e videos com direitos de autor:
joana mendes

Plagiar é crime!