domingo, 14 de fevereiro de 2010

Eu fotografei!...





Simples e profundo!

Nas gotas do orvalho
teu lindo nome escrevi
nas ondas do teu cabelo
em um beijo me perdi.

Tua figura elegante
teu coração ardente
bons sentimentos constante
meu amor é permanente.

No teu jardim florido
uma flor eu colhi
não é rosa ,não...
mas a mais linda que eu vi!

Já as estrelas se foram
o sol começa a brilhar
desperta,mulher querida!
beijo te quero dar.

Terminando te digo
que não acabe nunca
este nossso amor antigo
porque ficarei perdido...

Erick.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pelos caminhos carnavalescos...




O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar que tem suas origens na Antiguidade e recuperadas pelo cristianismo, que começava no dia de Reis (Epifania) e acabava na Quarta-feira de cinzas, às vésperas da Quaresma. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne nada vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.

O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. As cidades de Paris e Veneza foram os grandes modelos exportadores da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.

Actualmente o Carnaval do Rio de Janeiro, Brasil é considerado um dos mais importantes desfiles do mundo. Em Portugal, existe uma grande tradição carnavalesca, nomeadamente os Carnavais de Podence, Ovar, Loulé, Sesimbra, Rio Maior, Torres Vedras e Sines, destacando-se o de Torres Vedras, Carnaval de Torres, por possuir o Carnaval mais antigo e dito o mais português de Portugal, que se mantém popular e fiel à tradição rejeitando o samba e outros estrangeirismos... Juntamente com o Carnaval de Canas de Senhorim com perto de 400 anos e tradições únicas como os Pizões, as Paneladas, Queima do Entrudo, Despique e muitas outras...

Para alguns pesquisadores o Carnaval tem raízes históricas que remontam aos bacanais e a festejos similares em Roma; alguns historiadores mais ousados chegam mesmo a relacionar o Carnaval a celebrações em homenagem à deusa Ísis ou ao deus Osíris, no Egipto antigo. Uma outra corrente acredita que a festa iniciou-se com a adopção do calendário cristão.

Em Roma havia uma festa, a Saturnália, em que um carro no formato de navio abria caminho em meio à multidão, que usava máscaras e promovia as mais diversas brincadeiras. Essa festa foi incorporada pela Igreja Católica, e segundo alguns a origem da palavra Carnaval é carrum navalis (carro naval). Essa etimologia, entretanto, já foi contestada. Actualmente a mais aceita é a que liga a palavra "Carnaval" à expressão carne levare, ou seja, afastar a carne, uma espécie de último momento de alegria e festejos profanos antes do período triste da Quaresma.

Em 1091 a data da Quaresma foi definitivamente estabelecida pela Igreja Católica; como consequência indirecta disso, o período de Carnaval se estabeleceu na sociedade ocidental, sofrendo, entretanto, certa oposição da Igreja, na Europa. Embora alguns papas tenham permitido o festejo, outros o combateram vivamente, como Inocêncio II.

À sequência do Renascimento o Carnaval a dotou o baile de máscaras, e também as fantasias e carros alegóricos. Ao carácter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato actual, que se preserva especialmente em regiões da França (ver Mardi Gras), Itália e Espanha.




O Carnaval dessa altura era descrito na enciclopédia de um modo bastante claro:

"Pelas ruas generalizava-se uma verdadeira luta em que as armas eram os ovos de gema, ou suas cascas contendo farinha ou gesso, cartuchos de pós de goma, cabaças de cera com água de cheiro, tremoços, tubos de vidro ou de cartão para soprar com violência, milho e feijão que se despejavam aos alqueires sobre as cabeças dos transeuntes.

Havia ainda as luvas com areia destinadas a cair de chofre sobre os chapéus altos ou de coco dos passantes pouco previdentes e até se jogava Entrudo com laranjas, tangerinas e mesmo com pastéis de nata ou outros bolos.

Em vários bairros atiravam-se à rua, ou de janela para janela, púcaros e tachos de barro e alguidares já em desuso, como depois se fez também no último dia do ano, no intuito de acabar com tudo de velho que haja em casa.

Também se usaram nos velhos Entrudos portugueses a vassourada e as bordoadas com colheres de pau etc.."

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Paixão é diferente de amor!




Hoje apetece-me falar da paixão. Tantas vezes, e erradamente, confundida com o amor. Erradamente porque o amor e a paixão nada têm em comum. São matérias diferentes. Universos diferentes. É possível amarmos alguém e apaixonarmo-nos por outrem. O amor não pressupõe paixão, nem pela pessoa que amamos, e permite a paixão por outra pessoa que não a que amamos. Nem a paixão pressupõe o amor. Eu já me apaixonei por alguém que não era a pessoa que eu amava.


A paixão é em tudo diferente do amor. O amor é algo de inexplicável, enquanto a paixão é explicável até ao mais infimo pormenor. A paixão acontece por afinidades físicas, intelectuais, psicológicas, o que for. O amor não. O amor acontece porque tem de acontecer. Um literato ama um ignorante. Um comunista ama um nazi. Ama-se os feios. Ama-se as más pessoas. Ama-se toda a gente, porque o amor não tem que ver com tipos, géneros, sexos, preferências de qualquer tipo. O amor não tem qualquer explicação lógica.

O amor é uma construcção, mas já existe antes de ser construído. Ou melhor, é uma descoberta dessa construcção, como quem aos poucos, e conjuntamente, seguindo na mesma direcção e ao mesmo ritmo, vai rumando por um caminho desconhecido. A paixão não tem nada que descobrir. É entertenimento puro, e não há mal nenhum nisso. Mal há na confusão entre amor e paixão.


Diz-se que a paixão é mais excitante e mais leviana (por vezes criando-se uma absurda conexão entre a leviandade e a excitação, como se uma das coisas levasse à outra, sendo a ordem qual for, é bizarro pensar-se assim). Mas vejamos: a paixão é explicável em todos os pontos, apaixonamo-nos por uma pessoa bonita, por uma pessoa interessante, e isso pode ou não ser leviano.

Mas haverá algo mais leviano do que um sentimento tão profundo e forte como o amor que não podemos explicar porque existe? E quanto a ser menos excitante: não será a paixão mais aborrecida do que o amor, sendo que não tem mistério, sendo que é explicável, sendo que é humana até à última instância? E o amor: haverá algo mais excitante do que um sentimento completamente inexplicável, de que nada sabemos, que temos de descobrir aos poucos, devagar, com calma, com tempo, onde nada é certo, um sentimento tão perfeito que não é humano, é divino?


A paixão pode proporcionar muito prazer, é evidente. Mas o amor proporciona um prazer maior porque mais do que nos fazer felizes momentânemente, faz com que esse momento, mesmo que seja fugidiu e único, dê para toda a vida.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O mosquito e o touro


Um Mosquito que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente lhe causava, disse: “Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor, por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!”

Ao que lhe respondeu o Touro: “Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu chifre.”

Com frequência, diante de nossos olhos, julgamos-nos o centro das atenções e deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do outros.

Moral da História:
Quanto menor a mente, maior a presunção.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Amizade sem fronteiras!

Quero presentear a todos este selinho!
A amizade,não se força, mas tem uma força que se intensifica a cada instante!








Amigos ,alem fronteiras!!!!!!!








A força da amizade vence todas as diferenças...
Aliás... para que diferenças se somos amigos?

Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos... não nos importamos...
Trocamos segredos...
e respeitamos as divergências...
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...

Amigos sem cor... sem sexo... sem idade...
Amigo é só amigo...
Nos amparamos...nos defendemos...
sem pedir...
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...

Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.
Nos mostramos amigos de verdade,
quando dizemos o que temos a dizer...

Nos aceitamos , sem querer mudanças...
Estamos sempre presente,
não só nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais difíceis...

Não tiramos a liberdade...
não sufocamos... não forçamos nossa presença...
Estamos perto quando de nós necessitam...
e ao nos afastarmos ,
respeitamos sempre a individualidade alheia.

A amizade não se força...
Mas tem uma força
que se intensifica a cada instante...
É dessa maneira que sou teu (tua) amigo (a )!!!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Metáfora do executivo e o pescador


Um executivo de férias na praia obervava um pescador sobre uma pedra fisgando algus peixes com equipamentos bastante rudimentares: linha de mão, anzol simples, chumbo e iscas naturais. O executivo chega perto e diz:
- Bom dia, meu amigo, posso me sentar e observar?
O pescador:
- Tudo bem, doutor.
O executivo: - Poderia lhe dar uma sugestão sobre a pesca?
- Como assim? - Respondeu o pescador.
- Se você me permite, eu não sou pescador, mas sou executivo de uma multinacional muito famosa e meu trabalho é melhorar a eficiência da fábrica, optimizando recursos, reduzindo preços, enfim, melhorando a qualidade dos nossos produtos. Sou um experto nessa área e fiz vários cursos no exterior sobre isto - disse o executivo, entusiasmado com sua profissão.
- Pois não, doutor, o que é que o senhor quer sugerir? - Perguntou calmamente o pescador.
- Olha, estive observando o que você faz. Você poderia ganhar dinheiro com isso. Vamos pensar juntos. Se você pudesse comprar uma vara de pescar com molinete, poderia arremessar sua isca para mais longe, assim pescaria peixes maiores, certo? Depois disso, você poderia treinar seu filho para fazer este trabalho para você. Quando ele se sentisse preparado, você poderia comprar um barco motorizado com uma boa rede para pescar uma quantidade maior e ainda vender para as cooperativas existentes nos grandes centros.
Depois, você poderia comprar um caminhão para transportar os peixes diretamente, sem os intermediários, reduzindo sensivelmente o preço para o usuário final e aumentando também a sua margem de lucro. Além disso, você poderia ir para um grande centro para distribuir melhor o seu produto para os grandes supermercados e peixarias. Já pensou no dinheiro que poderia ganhar?
Aí você poderia vir para cá como eu vim, descansar e curtir essa paz, este silêncio da praia, esta brisa gostosa...
- Mas isso eu já tenho hoje! - Respondeu o pescador, olhando fixamente para o mar.

Moral da historia: Podemos ser felizes com pouco!!!...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Tantra de boa sorte


Você talvez não acredite, mas os conselhos são óptimos! Leia até o fim, talvez você descubra algo de novo...
1... De mais ás pessoas do que elas esperam, e faça-o com alegria.
2... Case com alguém com quem você goste de conversar. A medida em que vocês forem envelhecendo, seu talento para a conversa se tornará acto importanto quanto os outros todos.
3... Não acredite em tudo o que você ouve, não gaste tudo o que você tem, não durma tanto quanto você gostaria.
4... Quando você disser "eu te amo", seja sincero.
5... Quando você disser "sinto muito", olhe nos olhos da pessoa.
6... Fique noivo pelo menos por seis meses antes do casamento.
7... Acredite no amor a primeira vista.
8... Nunca ria dos sonhos dos outros. Quem não tem sonhos tem muito pouco.
9... Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas e o único meio de viver uma vida completa.
10... Quando se desentender, lute limpo. Pôr favor, nada de insultos.
11... Não julgue ninguém por seus parentes.
12... Fale devagar mas pense depressa.
13... Quando lhe fizerem uma pergunta que você não quer responder, sorria e pergunte; "Pôr que você deseja saber?"
14... Lembre que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.
15... Diga "saúde" quando alguém espirrar.
16... Quando você perder, não perca a lição.
17... Recorde-se dos três "R": Respeito por si mesmo, Respeito pelos outros, Responsabilidade por seus actos.
18...Não deixe uma pequena disputa afectar uma grande amizade.
19... Quando você notar que cometeu um engano, tome providencias imediatas para corrigi-lo.
20... Sorria quando atender o telefone. Quem chama vai ouvi-lo em sua voz.
21... Passe algum tempo sozinho.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

As 3 melhores do Brasileiro!






É uma birncadeirinha ,nós portugueses,tambem nos fazem muitas piadas,e continuamos felizes.
Estas piadinhas são dedicadas á minha querida tia brasileira Rosinda e aos meus primos e em especial ás minhas amigas brasileiras Valeria Braz e Sissy,a pedido delas coloquei aqui estas piadinhas.


A arte da persuação

Próximos a um lago de água geladíssima, estava um brasileiro, um americano e um frances. Na outra margem, dois amigos conversavam:

- Eu te dou 100 pratas se você conseguir fazer com que aquelas três pessoas pulem nessa água gelada.

O outro, sem perder tempo, foi logo falar com os três turistas. Após algum tempo os três pularam na água. O outro perguntou:

- Tudo bem, eu te pago os 100, mas diz-me, como você fez pra eles pularem?

- Fácil! Para o americano eu disse que era lei, para o francês, que era moda e para o brasileiro eu disse que era proibido!


Empreiteiros



Um prefeito do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um brasileiro.

- Faço por três milhões de dólares, disse o alemão: um pela mão de obra, um pelo material e um é o meu lucro.

- Faço por seis milhões, propôs o americano: dois pela mão de obra, dois pelo material e dois para mim.

- Faço por nove milhões, disse o brasileiro.

- Nove? É demais, falou o prefeito! Por que nove?

- É simples. Três para mim, três para o senhor e três para o alemão fazer a obra!


Visita ao perfeito


O Vicente Mateus foi até o gabinete do prefeito, mas foi barrado pelo seu secretário.
— Seu Mateus, acho que o prefeito não vai poder atendê-lo, está com um pessoal que veio de Brasília...
— Ora, deixe de bobagem! Vai lá e fala pra ele que eu vim de Mercedes!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Uma mulher vencedora!!!


Os que despertamos todos os dias, a cada dia, com os mesmos problemas, costumamos desanimar.

Dizemo-nos cansados porque a noite, que estabeleceu o intervalo entre o ontem e o hoje, não apagou as dificuldades que ressurgem, com o dia novo.

Angustiamo-nos porque a rotina nos sufoca, os problemas se acumulam, as soluções parecem não chegar nunca.

E nos arrastamos por mais 24 horas.

No entanto, ao ouvirmos relatos de pessoas que sofreram grandes impactos em suas vidas, o que notamos é sua força de vontade vigorosa, a certeza de lutar e vencer.

Uma dessas pessoas é a americana Lauren Manning.

No dia 11 de setembro de 2001, ao entrar no edifício da Torre Norte do World Trade Center, em Nova Iorque, uma bola de fogo desceu pelo poço do elevador e a derrubou.

82% do seu corpo sofreu queimaduras.

As mãos ficaram de tal modo queimadas que nelas só existe tecido cicatrizado e osso.

Seu filho tinha, na ocasião, somente 10 meses de vida.

E, enquanto ele deixou o carrinho para engatinhar, passou a andar, aprendeu a usar o patinete e a bicicleta, ela teve de aprender a se sentar, ficar de pé, andar, usar o copo, o garfo e a faca.

Depois de mais de 25 cirurgias realizadas para enxerto de pele, correcção de cicatrizes nas costas, no rosto e nas mãos, Lauren mantém o optimismo.

Os progressos físicos foram conseguidos a duras penas. Graças a uma luva especialmente ajustada, Lauren até consegue segurar uma raquete de tênis. Embora não possa sacar.

Ela ainda visita terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, que a ajudam a alongar as mãos delicadas, terrivelmente queimadas pelo metal quente das portas do saguão.

Com todo esse drama, Lauren diz: Eu não tenho dias ruins.

Ela e o marido aproveitam o que tem: um ao outro e ao filho Tyler que, somente aos 4 anos de idade, soube o que aconteceu com sua mãe naquele dia terrível.

Isso porque viu os pais na TV e, então, lamentou:

Não queria que você tivesse se machucado.

Em verdade, se não tivesse se atrasado, naquele dia, ela estaria no 106º andar, na hora em que o avião se chocou contra a torre. E teria morrido.

O atraso lhe salvou a vida.

Lauren brinca com o filho, sorri ao contar como faz teatrinho com ele, dramatizando histórias e confidencia que adoraria ter mais filhos.

A esperança está viva nela que conclui: A vida não poderia ser melhor.

Sejamos mais optimistas, batalhadores.

Miremo-nos em exemplos como o de Lauren, que existem às centenas.

Agradeçamos a Deus pela vida, pelas nossas dores, pelas nossas vitórias.

Não temamos o fracasso e não alimentemos tragédias.

Vivamos cada dia, com sol, chuva ou tempestade porque, afinal, a madrugada de bonanças surge sempre, concedendo-nos breve trégua, a fim de que nos reabasteçamos de luz e prossigamos.

Pensemos nisso!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Será que existe uma lógica no amor?




Será que existe uma lógica no amor?
Somos nós quem decidimos a hora de amar, ou o amor é realmente um laço, um passo para uma armadilha?

Se podemos viver o amor, por que nos ausentamos, por que nos decepcionamos tanto e queremos fugir dele?
Por que apostamos tanto em alguém, e chegamos ao ponto de transferir nossa felicidade para outras mãos?

Será medo da realidade, uma fuga de nós mesmos?
Será que é possível viver um amor onde apenas a verdade, e somente a verdade seja a base da relação?.
Será que devemos evitar a máscara que colocamos no amor? Será que devemos ser tão realistas e secos para evitar a dor?

A dor, o amor, o calor, o desejo, o momento, a vida, uma explosão de todas as cores, de todos os sentidos, se você não se lembra mais, o amor provoca vertigens, espalha fogo por todos os lados, é um querer até sem querer, é uma transformação radical em nosso metabolismo físico, mental e espiritual, quando amamos chegamos mais perto dos anjos...

Por isso, se tiver que optar, entre o vazio da razão, por medo de sofrer uma decepção e amargar seu dia, ainda assim, é preferivel o risco do amor, que embeleza a vida, dá motivação renovada, e transforma o mundo, as pessoas e as atitudes, deixando tudo mais bonito, leve e eterno.

O amor é eterno, mesmo quando dura pouco, a emoção nunca se perde, as pessoas vão, partem, mas fica sempre um perfume de saudade, fica sempre uma recordação gostosa, por isso, amar sempre vale a pena. !!!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Navegando em felicidade!...




Muitas são as directrizes que indicam caminhos
para se encontrar a felicidade.
Muitas sugestões e conselhos já foram dados
para os que procuram pela felicidade.
Essas iniciativas são positivas, quando nascidas
do desejo sincero de ajudar.
E são necessárias porque cada pessoa poderá seguir pela rota
que mais lhe seja favorável, e que esteja de
acordo com suas forças e entendimento.
Os caminhos para a felicidade são muitos.
Uns são mais curtos e mais íngremes, e exigem mais esforço e renúncias.
Outros são mais longos e mais planos,
mas todos conduzem ao mesmo fim.
A felicidade é, sem dúvida, uma construção diária,
que mais se efectiva quanto mais a ela nos dedicamos.
Quanto mais conscientes dos passos que nos levarão ao seu encontro,
mais perto dela estaremos.
Mas enquanto não conseguimos conquistar a felicidade suprema,
podemos ir preparando o caminho com algumas atitudes fáceis e lúcidas,
nos passos de cada dia.

Eis algumas dicas:

Use expressões meigas e cobertas de ternura.
As energias afáveis favorecem uma atmosfera de paz
no coração que as exercita.
Busque a visão optimista sobre as pessoas.
Enxergue o lado bom que todos nós possuímos.
Pequenos gestos de bondade por dia alicerçam
as grandes atitudes do amanhã, sedimentando os nobres
e elevados sentimentos.
Silencie diante das críticas às atitudes infelizes do próximo.
Somos nós mendigos do entendimento alheio ante
nossos equívocos repetidos.
Aprenda a deixar fluir a compaixão, quando a dor
espelhar-se na alma do próximo.
Condicionará, desta forma, as próprias forças no caminho da caridade,
irradiando o calor da fraternidade por onde passar.
Sorria ainda que esteja atravessando difíceis
momentos na Terra.
O sorriso gera simpatias e afasta invernos escuros,
permitindo o brilho do sol da esperança para você
e para tantos que atravessam em seu caminho.
Mantenha a calma em qualquer situação.
Quem confia em Deus e está convicto de sua providência infalível,
sabe que os recursos necessários chegarão tanto mais rápido
e preciso quanto estivermos em
posição positiva na vida.
Tolere o mais que possa. Perdoe sempre.
Leve paz onde houver disputas.
Quem semeia brisas suaves não enfrentará
os tufões da agonia em estradas futuras.
Conceda ao irmão do caminho a gentileza
de sua sincera alegria pelas conquistas dele.
Demonstre desprendimento natural.
Prossiga leve com as aspirações elevadas.
A cada dia coloque-se como instrumento de construção,
ciente que Deus nos favorece com a bênção do serviço,
para que sua presença seja sentida
no mundo por nosso intermédio.



Você, e somente você, é responsável pela sua
felicidade ou sua desdita.
Seu caminho para a felicidade só poder
ser construído por você, mais ninguém.
Se hoje você encontra em seu caminho pedras
e espinhos, é porque houve um tempo em
que você se descuidou do seu jardim.
Por isso, é importante não perder mais tempo.
Selecione a boa semente e comece agora
a reflorir seu caminho para que possa encontrar,
logo mais, o perfume agradável da boa semeadura.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Presenteando amigos com o Selo Cápsula do tempo 2010


Recebi este selinho do amigo Orlando e da amiga Rosana.
Gostava de repassá-lo a todos os meus amigos,mas estou repassando para apenas 20 dos meus amigos.
Espero que façam o mesmo!!!
E quero que saibam que todos merecem este selinho!!!

Lulei
tulipadourada
Ropiva
Principell
joicicristina
Robmaia
Sissym
Lisonn
Sergiomsoares
Prof_NelsonMs
FranckparLisbon
Jotabe
Dieguito39
Drauzio
Ebraelshaddai
Marcia Canedo
Victorgomez
Rebonelli
Valeria braz
Sonya_regly
josynunes

bjs
joana

sábado, 2 de janeiro de 2010

Baloiçar no ano novo!


É fazer poemas á chuva...
é plantar uma árvore
é ficar bem quietinho
ao lado de quen se ama!
É subir uma montanha
é encontrar os amigos e
não falar nada importante...
é cantarolar uma musica antiga
é arrumar gavetas e dar um monte
de roupa para quem precisa!
É andar sem rumo só por andar...
é falar sozinho
é rir de si mesmo...
é ter um lugar secreto bem lindo
e fugir para lá de vez em quando...
é viver intensamente as coisas
simples e belas do dia a dia!!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Sonhos de fim de ano


Sonhos de fim de ano

Mais um ano está chegando ao fim, e na beleza das noites iluminadas, os sonhos de muitos corações se preparam para a viagem à procura de suas realizações, que ocorrerá durante todo o ano vindouro.
A mesma ocorreu no ano que por hora se finda.
Sonhos saíram, alguns já voltaram sorrindo e outros, de mãos vazias, aguardam a chegada do novo ano, para
seguir numa nova busca.
A realização para os sonhos de alguns, quase sempre, se perde na metade do caminho, mas, se Deus quiser, ainda
terão muitos outros anos para encontrá-la.
Sabemos disso porque enquanto o ser humano tiver Ele do lado, fôlego de vida, família e amigos, estará no caminho certo e seus sonhos jamais deixarão de existir.
Desejo do fundo do meu coração que, cada vez que seus sonhos seguirem viagem, eles sempre voltem para sua
vida transbordando de realizações.
Que o natal seja um passaporte para que seus sonhos embarquem na “Viagem das Realizações” do ano novo e que não voltem sem a conquista dos objetivos que motivaram a mesma.
E quando a meia-noite trouxer o Novo Ano para o mundo e os fogos de artifício anunciarem a sua chegada, nossos sonhos sairão por aí...
Que Deus tome a frente e que nas noites sem luar, as estrelas brilhem mais forte, iluminando o longo caminho.
Que no próximo ano possamos ainda ser amigos e esperarmos juntos a chegada dos nossos sonhos que partiram, comemorando com imensas taças de amizade verdadeira a vinda e a realização de cada um.

FELIZ ANO NOVO!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Á procura de paz


Se a tristeza vier por qualquer motivo, faça o seguinte:

Evite as sombras que ficaram para trás, olhe o caminho a sua frente e siga sempre.

Assopre o pensamento triste, deixe escorrer a última lágrima, vá até o final do poço, mas volte renovado.

Então respire fundo tirando da natureza a energia para elevar sua alma.

Abra então a janela, aquela que dá para o vôo dos pardais, procure a luz que pisca adiante.

Ao encontrá-la, coloque-a dentro do peito, de tal jeito que possa ser notada do lado de fora;

Espalhe esta luz em torno de si...
Dê amor à todas as criaturas vivas...
A felicidade é o seu objetivo...

E a paz que você procura será encontrada dentro de você onde DEUS deixou um pedacinho de si.

Corrida de gigantes


Iam dois tipos a fazer corridas com os seus carros. Um, com um Lamborghini, engana-se no caminho e separa-se do outro. O do Ferrari, julgando que o outro tinha desistido, vai mais devagar, com calma. Entretanto, vê um tipo num Mini Mil, que estava a precisar de ajuda.
— Então amigo, problemas com o carro?
— Sim, algo com o carburador, não anda, será que me podia rebocar até à garagem mais próxima.
— Tudo bem!
Eles atam o Mini ao Ferrari e seguem viagem. Mais à frente, num outro cruzamento, o do Lamborghini torna a juntar-se ao do Ferrari e, ao notar que este está a rebocar outro carro, abranda, e põe-se ao lado dele. O do Ferrari, esquecendo-se do Mini, acelera e passa o Lamborghini. Este último volta a pôr-se ao lado do Ferrari, e assim sucessivamente, até ambos os carros atingirem grandes velocidades. O tipo do mini, que ia atrás, fartava-se de buzinar, mas ninguém o ouvia. Ao passarem por um polícia que estava na berma da estrada, este resolve notificar o chefe.
— Chefe, estou a precisar de férias.
— Porquê? Ora diga lá.
— Veja lá o chefe que acabo de ver um Ferrari e um Lamborghini em plena disputa, e ia um gajo num Mini Mil atrás, a apitar para ultrapassar.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Essa Mulher tão sublime!


Essa mulher tão sublime
hoje lembro-me mais de ti...
minha avozinha querida!!!
Brincavas sempre comigo
cansada estavas...
mas não te importavas
sempre contente e feliz!

Contavas-me historias
tão lindas e coloridas
de principes e princesas
de fadas e monstros
sempre vencidos!!!!

Flores tão singelas
eu te oferecia...
dos campos devastados
pela ventania...
em tuas mãos as recebias
no teu rosto ,um sorriso
me abraçavas,e dizias
Que flores tão belas
minha neta querida!

Hoje já não te tenho
mas no dia em que partiste
lá ao longe ,muito longe
uma estrela brilhante existe
desce uma anjo,devagarinho
e diz muito baixinho:
não estejas triste
a tua avó com carinho
vem deixar-te um beijinho!!!

Poema dedicado á minha avó querida!!!

Joana mendes

sábado, 19 de dezembro de 2009

A rapariguinha dos fosforos:Conto de Natal


Fazia tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se. Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre rapariguinha seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um trem. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.

Por isso, a rapariguinha seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando:
–Quem compra fósforos bons e baratos? – Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre rapariguinha! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.

Sentou-se no chão e enrolou-se ao canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão. Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.

Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a rapariguinha viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de loiças finas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da rapariguinha. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.

E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direcção à terra, deixando atrás de si um comprido rasto de luz.

«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: «Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.»

Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!

– Avó! – gritou a menina – leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.

Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços, e soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.

Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma rapariguinha, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… morta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos.

– Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! – exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo

Conto escrito Pelo autor dinamaques Hans Christian Anderson

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Olhem quem encontrei!!!


Caminhando pelas ruas nesta época mágica,que é o Natal,encontrei algo inédito!:
o Pai Natal disfarçado ...

Vejam os presentes que trouxe para voces:

Paz
Amor
Felicidade
prosperidade
Carinho e trabalho
União,Força e equilibrio
Saude, alegrias e juventude
Amizade,dinheiro e muitas surpresas

UM FELIZ NATAL A TODOS OS DIHITIANOS!!!!

beijnhos

Joana

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Diego: Anjo de luz!!!


Já te disseram alguma vez que és alguém muito especial?

Que a luz que emites podia até acender uma estrela?

Já te disseram alguma vez como fazes os outros sentirem-se importantes?

Há alguém por aqui que sorri por um amor tão real.

Já te disseram alguma vez que muitas vezes, quando estavam tristes, as tuas mensagens os fizeram sorrir um pouco e até os fizeram ficar bem dispostos?

Pelo tempo que passas a enviar coisas e partilhando tudo o que encontras, não há palavras para te agradecer.

Já te disseram alguma vez o quanto te apreciam?

Bem, eu quero confessar ...

Hoje digo que és ESPECIAL para mim

Acho que sem um amigo perdemos muito

Não confundas amigos com conhecidos

Há uma diferença!

Porque és importante aqui!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Errar é humanao


Quase acreditei que não era nada,
ao me tratarem como nada.

Quase acreditei que não seria capaz,
quando não me chamavam por acharem que eu não era capaz.

Quase acreditei que não sabia,
quando não me perguntavam por acharem que eu não sabia.

Quase acreditei ser diferente,
entre tantos iguais, entre tantos capazes e sabidos,
entre tantos que eram chamados e escolhidos.

Quase acreditei estar de fora,
quando me deixavam de fora porque... que falta fazia?

E de quase acreditar adoeci;
busquei ajuda com doutores, mestres, magos e querubins.

Procurei a cura em toda parte e ela estava tão perto de mim.

Me ensinaram a olhar para dentro de mim mesma e perceber que sou exatamente como os iguais que me faziam diferente.

E acreditei profundamente em mim.
E tenho como dívida com a vida fazer com que cada ser humano
se perceba, se ame, se admire de si mesmo,
como verdadeira fonte de riqueza.

Foi assim que cresci:
acreditando.

Sou exatamente do tamanho de todo ser humano.

E por acreditar perdi o medo de dizer, de falar,
participar e até de cometer enganos.

E se errar?
Paciência, continuo vivendo por isso aprendendo.
E errar é humano.

Poesia negra


Tudo é negro!
os meus olhos,meu cabelo
o meu cão,meu gato...
a tinta que eu escrevo...
o carro do meu pai...
a minha alma...
os meus sonhos...
sonhos que um dia
quiz transformá-los
em magia branca
mas se desvaneceu
por não acreditar
que essa rosa negra
vinda da tua alma pura
e cristalina como a agua
do rio transbordante
da espuma mais branca...
e tudo se perdeu!
Sim! Tudo é negro!
na minha vida...
E o meu amor ,tambem é negro?
Sim,mas a sua alma
é branca e pura
seus sonhos são divinos
sua alegria tanta...
seu coração de ternura
seus sentimentos são hinos
hinos ao amor
que um dia eu perdi!

joana mendes

domingo, 13 de dezembro de 2009

Para a minha amiga secreta:Josy Nunes






Esta é a minha amiga secreta Josy Nunes.
Voce não deixou nenhum pedido ao Pai Natal,eu sei que não tenho a magia desse ícone mágico,mas eu estive a pesquisar o seu blog e o seu peril no dihitt , ahei estes presentes e acho que voce vai gostar:

a magia e a serenidade do mar :tem uma ponte para chegar mais pertinho do mar ,mesmo que seja virtualmente


Um por-do sol para sonhar e relaxar quando estiver stressada...

e um selinho para voce colocar no seu blog




e por fim um poema da Cecilia Meirelles ,qu eu sei que voce adora:

Canção


Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar


Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.


O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...


Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.


Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.


Cecília Meireles


Espero que tenha gostado!!!
bjs

joana

sábado, 12 de dezembro de 2009

Piadas no restaurante


Questão de educação


O criado de mesa traz as duas doses de peixe frito na mesma travessa. Uma das pescadas é quase o dobro da outra.
— Serve-te, não faças cerimónia.
— Pronto.
— Deixa-me dizer-te que não foste muito delicado!
— Porquê? Se fosses tu a servir-te primeiro tiravas a mais pequena e deixavas-me a maior?
— Pois claro. A boa educação fica bem a toda a gente.
— Pois o que eu fiz vem a dar na mesma: deixei-te a mais pequena. Não tens nada que dizer.


Não bebo vinho estragado


O homem entra pela primeira vez num restaurante luxuoso, senta-se e espera. Vem o criado de mesa com a lista dos vinhos.e pergunta:
— V. Ex.a deseja vinho tinto ou branco?
— Prefiro tinto.
— E de que ano?


— Deste ano, com certeza. Eu não vou beber vinho estragado.


O ar condicionado


Um tipo entrou num restaurante e pediu o jantar. O jantar foi servido e era apetitoso, de maneira que o homem começou a comer todo satisfeito. Nessa altura ouviu um cliente noutra mesa gritar com mau modo ao empregado:
— Faça favor de desligar o ar condicionado, que não se pode aqui estar com um frio destes!
O empregado respondeu-lhe com a maior cortesia que ia desligar imediatamente o ar condicionado. No entanto, cinco minutos mais tarde, o outro voltou ao ataque:
— Esta sala é um forno! Parece impossível deixarem fazer um restaurante num sítio assim! Se não volta a ligar o ar condicionado, vou-me embora!
O empregado voltou a concordar amavelmente com o cliente, que, cinco minutos mais tarde, voltou a reclamar:
— Escusava era de ter deixado o ar condicionado outra vez no máximo!
Quando pediu a conta, o primeiro cliente perguntou ao emprega do:
— Ouça lá, porque não o manda à fava?
— Quero lá saber — respondeu o outro encolhendo os ombros —, nós nem sequer temos ar condicionado...

A virtude da constancia


A virtude da constância é imprescindível para o êxito de qualquer empreendimento.
O início de um projeto sempre é cercado de entusiasmo.
Seja em grupo ou isoladamente, a idéia nova empolga.
Pode ser uma dieta, um programa de estudos, novos hábitos de vida ou de trabalho.
No início, tudo parece fácil e proveitoso.
Mas gradualmente as dificuldades surgem e começam a impressionar.
Pouco a pouco, perde-se o entusiasmo do princípio.
Já não parece tão importante manter o padrão de comportamento eleito.
A meta almejada esfumaça-se no horizonte e a pessoa retorna ao estado anterior.
O homem é uma criatura de hábitos.
Os hábitos podem engrandecê-lo ou amesquinhá-lo, aproximá-lo do anjo ou do selvagem.
A noção das próprias possibilidades por vezes empolga um ser humano.
Animado pela idéia de ser melhor, ele traça metas de equilíbrio, paz e progresso.
Para essas metas serem atingidas é necessário constância.
É nas dificuldades que o caráter se refina e se fortalece.
Quem desiste ao primeiro empecilho jamais atinge objetivo algum.
Perante os embates do mundo, importa perseverar no padrão de comportamento considerado ideal.
Não é conveniente mudar de atitude apenas para acompanhar a maioria.
Os grandes atletas, pensadores e inventores não revelaram sua grandeza de forma repentina.
Sempre é necessário muito estudo, preparação e esforço para a conquista de uma meta.
A exímia bailarina impressiona pela beleza e graça com que executa sua arte.
Mas apenas ela sabe o que isso lhe custou em termos de disciplina, renúncia e dores.
Se você tem objetivos, há apenas um modo de atingi-los: trabalhando duramente e com constância.
Sem disciplina, você flutuará ao sabor dos acontecimentos. O que lhe parecer mais fácil você fará.
Seus desejos mais profundos não passarão de sonhos, sem qualquer substância.
A aspiração de hoje será abandonada amanhã.
A dieta iniciada será esquecida.
O projeto de trabalho ou de estudo seguirá o mesmo destino.
De fantasia em fantasia, de sonho em sonho, sua vida passará.
E você será uma contínua promessa não realizada.
Para que isso não aconteça, analise o seu proceder.
Se constatar leviandade ou instabilidade em seu agir, dedique-se a combater tais características.
Estabeleça metas e esforce-se em alcançá-las.
Se quer ser instruído, aprender uma língua, fazer um curso, estude com firmeza.
Se deseja adquirir uma virtude, pratique-a a todo instante.
Caso queira emagrecer ou cuidar de sua saúde, modifique seus hábitos, mas o faça com convicção.
Não se impressione com obstáculos, pois eles sempre existirão.
Não se permita titubear e voltar atrás.
Lembre-se do entusiasmo do início.
Mantenha-se firme, em respeito ao seu infinito potencial.
Visualize o prazer que a vitória proporcionará.
A dificuldade de hoje é a facilidade de amanhã.
Apenas a constância poderá conduzi-lo ao resultado almejado.
Pense nisso e persevere!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Um selinho para meus amigos especiais



Aqui estão: Peguem o seu selinho!!!

Lulei luisa

mgmarcal

LeilaF

dieguito39

ropiva

nakamura

soniaregly

tulipadourada

vovollli

ebrael

principell

luizgnz

nuzzi

helio2010

Natal á porta


NATAL À PORTA

Se eu visse no Natal que se aproxima
A Paz romper na força de um Decreto;
Não mais se repetisse outra Hiroshima,
Houvesse as explosões, mas só de afecto;

Fizesse a Poesia sempre rima
Com cada ser humano sob um tecto;
Se fosse a humanidade uma obra-prima
Como pretende, em obra, um arquitecto;

Se a fome fosse um curto, mero nome,
De instantes, só enquanto não se come
A tempo a refeição que nos conforta,

Se fosse erradicado o sofrimento
Brilhando o Sol pra todos todo o tempo,
Gostava do Natal... que está à porta.

Joaquim Sustelo
(em CAMINHOS DA VIDA)






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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Amor e renuncia



A conversa informal durante o café da manhã foi mais uma oportunidade de aprendizagem para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas.

Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou-lhe rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta.

Mas ela agradeceu novamente dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar nem adoçante dietético.

Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Mas ela contou a sua história.

Disse que logo depois que se casara tinha deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce.

Mas aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro.

Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto durante a segunda guerra mundial.

Disse que por causa do racionamento conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal dava para seu companheiro.

Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem o açucar.

Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que tinha perdido completamente o hábito do doce.

Hoje em dia, talvez uma atitude dessas causasse espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte.

Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada.

Nos dias actuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou companheira.

Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação.

Não estamos falando de anulação nem de subserviência de um ou de outro, mas simplesmente da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro.

Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte.

Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação senão não é amor, é egoísmo.

Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude?

Se você ainda não tinha pensado nisso, pense agora.

Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia no lar.

Se você só se deu conta disso depois que já se tinha casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Pois quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Rir é o melhor remédio


Biblia Gaga


Um padre distribui Bíblias para as pessoas venderem e ajudarem na reforma da igreja. De repente, chega um tipo a oferecer os seus serviços:
— Pa-pa-padre, eu gosta-taria de aju-ju-da-dar e ve-vender bi-bi-Bíblias!
Comovido com a tentativa de colaborar, o padre deu um lote de Bíblias ao gago.
No fim da tarde, durante o acerto de contas, o padre pergunta aos colaboradores:
— Você, quanto as vendeu?
— Vendi duas.
— E você?
— Vendi uma.
— E você, quantas vendeu? — pergunta ao gago.
— Eu ven-vendi to-todas.
— Todas? — espantou-se o padre — Mas como?
— É simples: eu che-chegava ju-junto da-da pe-pessoa e per--per-perguntava: o se-senhor va-vai com-comprar a bi-Bíblia ou ca-quer que-que lha leia?

Questão de parentesco


O miúdo chega à esquadra esbaforido, e diz:
— Senhor guarda, venha já depressa. Um patife está a querer matar o meu pai.
O polícia corre e vê dois homens apertando as goelas um ao outro.
— Eu vou separá-los — diz o guarda. Mas qual é o teu pai?
— É isso mesmo que eu não sei. E é por isso que eles se querem matar.

Chapeus extravagantes



















terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Uma gota de agua


Uma palavra de esperança a alguém
que está à beira do abismo.
Um sorriso gentil a quem perdeu o sentido da vida.
Uma pequena gentileza diante de quem
está preso nas armadilhas da ira.
O silêncio, frente à ignorância disfarçada de ciência...
A tolerância com quem perdeu o equilíbrio.
Um olhar de ternura para quem pena na amargura.
Pode-se dizer que tudo isso são apenas gotas d`água que se perdem no imenso oceano, mas são essas pequenas gotas que fazem a diferença para quem as recebe.
Sem as atitudes, aparentemente insignificantes, que dentro da nossa pequenez conseguimos realizar, a humanidade seria triste e a vida perderia o sentido.
Um abraço afectuoso,
nos momentos em que a dor nos visita a alma...
Um olhar compassivo,
quando nos extraviamos do caminho reto...
Um incentivo sincero de alguém que deseja nos ver feliz, quando pensamos que o fracasso seria inevitável...
Todas essas são atitudes que embelezam a vida.
E, se um dia alguém lhe disser que esses pequenos gestos são como gotas d`água no oceano, responda, como madre Tereza de Calcutá, que sem essa gota o oceano de amor seria menor.
E tenha certeza disso, pois as coisas grandiosas são compostas de minúsculas partículas.

Pense nisso!

Sem a sua quota de honestidade,
o oceano da nobreza seria menor.
Sem as gotas de sua sinceridade,
o mar das virtudes seria menor.
Sem o seu contributo de caridade, o universo do amor fraternal seria consideravelmente menor.
Pense nisso!
E jamais acredite naqueles que desconhecem a importância de um pequeno tijolo na
construção de um edifício.
Lembre-se da minúscula gota d`água, que delicadamente se equilibra na ponta do raminho, só para tornar a natureza mais bela e mais romântica, à espera de alguém que a possa contemplar.
E, por fim, jamais esqueça que são essas mesmas pequenas e frágeis gotas d`água que, com insistência e perseverança conseguem esculpir a mais sólida rocha.